Impressiona
12, fevereiro, 2021
Duas informações impressionam na decisão da 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de SC, que determinou a indisponibilidade de bens de um grupo de 12 pessoas e de mais duas empresas investigadas por atos de improbidade administrativa relativos a um contrato celebrado entre a Celesc e uma empresa de serviços de cobrança: o montante da indisponibilidade (R$ 316,5 milhões) e um dos nomes envolvidos, o ex-governador Eduardo Pinho Moreira. O cidadão, incrédulo, se pergunta: de onde vem tanto dinheiro?
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