Enxaqueca

17, setembro, 2011

A descendência européia e o estilo de vida mais competitivo, sujeito a situações estressantes, são alguns dos fatores que fazem com que catarinenses, gaúchos e paranaenses sejam mais suscetíveis à cefaléia crônica em comparação com os habitantes do norte, nordeste e centro-oeste. A constatação é de pesquisa do neurologista Luiz Paulo de Queiroz, da UFSC, com 3.848 pessoas de todas as regiões. O estudo foi apresentado na 25ª Congresso Brasileiro de Cefaléia, que termina neste sábado em São Paulo.

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