Divã
30, novembro, 2023
Com todo respeito, a juíza substituta da Vara do Trabalho de Xanxerê, Kismara Burstolin, não tem condições morais, psicológicas e profissionais mínimas para se sentar naquela cadeira. Deveria estar num divã. Seu inacreditável comportamento, exibido para todo país na TV e em redes sociais, numa audiência onde, de forma histérica, se dirigiu a uma humilde testemunha exigindo que a trata-se por “excelência”, expõe a arrogância que ainda tanto caracteriza membros do Judiciário, especialmente o de âmbito federal.
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