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9, março, 2024

A má vontade de alguns é explicita. Ricardo Rangel, de “Veja”, assinou ontem artigo qualificando-a como “uma das deputadas mais obscurantistas do Congresso”, sublinhando que tudo passa pela CCJ, que nenhuma lei é aprovada sem ser aprovada por ela. Lamenta que o PL “não precisava tê-la nomeado; poderia ter optado por um nome mais moderado e razoável”.

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