Sem hipocrisia
3, maio, 2024
A propósito da crítica, aqui, a projeto que quer proibir em SC a participação de crianças e adolescentes nas paradas LGBTQIA+, o responsável por este espaço é do tempo em que dava sua vida para ver um filme impróprio, entrando furtivamente no cinema de sua pequena cidade, de propriedade da Igreja Católica. A censura mais branda era para qualquer cena de beijo, ou insinuação dele, entre os personagens, devidamente escurecida na tela pela grossa mão do padre vigário junto ao projetor.
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