Assédio eleitoral
30, maio, 2024
O Tribunal Superior do Trabalho rejeitou o exame de recurso em reclamação trabalhista pedido pela Havan contra o pagamento de indenização a um vendedor por assédio eleitoral. Admitido em maio de 2018 para trabalhar na loja da rede em Jaraguá do Sul, e dispensado um ano depois, disse que a empresa obrigava seus funcionários a usar como uniforme uma camiseta com as cores e o slogan de campanha de um dos candidatos à Presidência da República e que no período da campanha eleitoral a gerente passou a transmitir “lives” em que o dono da empresa ameaçava de demissão os funcionários que não votassem em seu candidato, Bolsonaro.
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