Apocalipse

6, junho, 2024

Tem total razão o “Estadão” por dois apontamentos, ontem. O primeiro batendo na nova presidente do TSE, a ministra “suprema” Cármen Lúcia, que no seu discurso de posse repetiu à exaustão as palavras ‘ódio’, ‘mentira’ e ‘medo’, como se estivéssemos às portas do apocalipse, e não de uma eleição como outra qualquer. No segundo, diz que ao que parece há dois tipos de ritos de persecução criminal no país: um é destinado aos cidadãos comuns; o outro, aos processos em que o ministro “supremo” Alexandre de Moraes figura como vítima.

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