Calafrios

19, dezembro, 2024

Não raro, todos os anos, o Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas e Ministério Público Estadual, enviam para o Legislativo, bem no final da legislatura, projetos diversos, propondo reajustes, criando cargos e aumentando taxas, cuidadosamente redigidos na origem, todos aprovados no afogadilho, em minutos, quando não segundos, sempre por ampla maioria, quando não unanimidade. Entre as genéricas justificativas estão, quase sempre, a intenção de “promover a qualificação e valorização, além de adequar os benefícios e enquadramentos funcionais à realidade institucional”. Ali é que está todo o perigo. A fatura vem no ano seguinte e quem paga é aquele otário de sempre, o contribuinte.

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