Seguindo a mesma linha, que tal retirar as homenagens prestadas pelo poder público estadual ao paranaense Antônio Lara Ribas, que durante o período em que comandou Delegacia da Ordem Política e Social (Dops) de Santa Catarina (1938 e 1945), foi responsável pela perseguição e o cometimento de diversos abusos a imigrantes alemães e seus descendentes no estado.
Para insulto de grande parcela da população catarinense que tem conhecimento destes acontecimentos, o nome Lara Ribas atualmente figura em destaque em instituições mantidas com contribuições públicas, como a Escola de Ensino Básico Lara Ribas, em Chapecó, e o Museu de Armas Major Lara Ribas, em Florianópolis, mantido pela Polícia Militar. O repressor, responsável pela edição do infame livro “O Punhal Nazista no Coração do Brasil”, de 1943, também figura como cidadão honorário de Santa Catarina.
Seguindo a mesma linha, que tal retirar as homenagens prestadas pelo poder público estadual ao paranaense Antônio Lara Ribas, que durante o período em que comandou Delegacia da Ordem Política e Social (Dops) de Santa Catarina (1938 e 1945), foi responsável pela perseguição e o cometimento de diversos abusos a imigrantes alemães e seus descendentes no estado.
Para insulto de grande parcela da população catarinense que tem conhecimento destes acontecimentos, o nome Lara Ribas atualmente figura em destaque em instituições mantidas com contribuições públicas, como a Escola de Ensino Básico Lara Ribas, em Chapecó, e o Museu de Armas Major Lara Ribas, em Florianópolis, mantido pela Polícia Militar. O repressor, responsável pela edição do infame livro “O Punhal Nazista no Coração do Brasil”, de 1943, também figura como cidadão honorário de Santa Catarina.