Patrocínio ameaçado
13, janeiro, 2012
O Ministério Público Federal vai tentar vetar o patrocínio do governo federal, estaduais e municipais para clubes de futebol. O contribuinte bancou uma conta de R$ 95 milhões nisso no ano passado, dos quais R$ 5,28 milhões da Eletrobrás/Eletrosul para o Figueirense a Avaí. No Rio Grande do Sul o banco gaúcho Banrisul deu R$ 33,2 milhões para seus clubes de futebol. Um absurdo.
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Sou totalmente contra o uso de dinheiro público para patrocinar futebol. É absurdo!
Sim, Raul, é uma atrocidade mesmo.
Lembro aqui em Lages quando isso aconteceu na Prefeitura, nada mais se criou em volta em outros esportes, pois o Futebol é um saco sem fundos e quanto mais se injeta mais “se precisa”, então Recurso Público para Futebol profissional é coisa de administrador demagogo e eleitoreiro.
Vc citou muito bem o exemplo da Seara um tempo atrás, que mesmo sendo empresa privada, exige todos os incentivos para se ficar em tal região e quando tem lucro, injeta no Santos (3,5milhões). Que dirá então de dinheiro público, como está vexaminosa intervenção da Ideli Salvatti para liberar os milhões para a dupla da capital (Figueirense e Avai), valor este que com certeza, iria transformar a vida de milhares de operários do esporte pelo estado, em dezenas de modalidades.
Concomitante a isto, é importante também um trabalho voltado para os recursos do FUNDESPORTE, que os amigos da FESPPORTE/CED liberam para quem desejar, na velocidade que convém e no valor que melhor se “enquadre” aos hematófagos de plantão desta área.
Forte abraço de seu contumaz leitor.
Marco Cordeiro
LaGES-SC
PS. Se estou equivocado, que se manifestem os desportistas das cidades que a Prefeitura investe pesado em Futebol Profissional ou em apenas uma modalidade (outro caso de falcatrua administrativa), como Criciúma, Chapecó, Imbituba, Caçador, etc…