Faça o que…
13, janeiro, 2012
Ouve-se cada vez mais deputados estaduais reclamarem das ações do Ministério Público sobre o Legislativo, como o controle da freqüência, por exemplo. E mais de um deputado já se questionou: e quem controla a freqüência de promotores públicos? Os relatos que os legisladores recebem, principalmente de advogados no interior do Estado, podem chegar à tribuna no inicio do ano legislativo. É o velho adágio popular não – “Faça o que eu digo mas não faço o que eu faço” – incompreendido por alguns.
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Diz-se que os poderes são independentes entre si. Mas TODOS precisam ser fiscalizados. E quem não quiser ser fiscalizado é porque está fazendo algo que não deve… Aliás, advogados não estão acostumados a ser controlados, em nenhum sentido. Como prova disso, vejam o grande celeuma que está acontecendo entre o STJ (ou STF) e a CNJ. A brava ministra Eliana Calmon colocou o dedo numa ferida e muitos gritaram! Tomara que ela leve adiante sua sanha por corrigir distorções absurdas…
Raul
Perfeita a colocação. Só é preciso fazer uma ressalva. No caso da Assembléia não havia fiscalização efetiva do ponto de nenhum funcionário. Agora há. No MP os servidores sempre bateram ponto.
Quanto aos Promotores, a situação é a mesma dos Deputados. Dada a natureza da função não há controle. E continua não havendo, afinal a medida atingiu apenas os servidores.
Mas é claro que eventuais abusos devem ser coibidos, para que os bons não paguem pelos maus.