Saúde
27, janeiro, 2012
Mario Gentil Costa, médico e professor da UFSC, considera uma de suas batalhas perdidas o crescente número de jovens com “piercings”. Diz que já atendeu uma mocinha sem a metade do nariz, vitimada por um penduricalho e que agora está no psicanalista, pois não há cirurgia capaz de reconstruir a área destruída. Até na úvula (campainha) viu uma argola pendurada numa paciente. Sua conclusão: “Só pais frouxos, por conformismo ou apatia, permitem tais caprichos. Jovens não têm senso crítico apurado, e uma voz firme deve impedi-los de lesar a própria saúde”. Merece palmas.
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