Equívoco
22, março, 2012
Informação publicada ontem é incorreta: a Celesc quer que a Assembléia Legislativa, via projeto de lei, restabeleça seu objeto social, modificado por equivocada orientação da estatal em dezembro de 2011. Com a mudança, seu foco ficou voltado exclusivamente para áreas de distribuição, geração e transmissão de energia elétrica, excluindo a possibilidade de operar em outras áreas, como telecomunicações, transmissão de dados, água e saneamento. Assim, seu maior acionista minoritário, Lírio Parisotto, requereu o direito de a Celesc recomprar suas ações, a um custo superior a R$ 200 milhões.
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