Comportamento
27, março, 2012
Quem de fora frequenta casas noturnas e alguns restaurantes de Criciúma – que continua imbatível como capital catarinense das vaidades – se surpreende como ali, em plenos momentos de lazer, há divisão de classes, nua e crua. Os ricos (ou metidos a) e emergentes disputam, quando não no tapa, os chamados camarotes, aparentemente reservados só para eles, em geral em espaços mais altos (para olhar melhor e ser olhado) em relação ao nível do chão, onde fica o “resto”. Vê-se cenas cômicas exponde certas índoles humanas.
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