Página Inicial > Sem categoria > Caridade falsa

Caridade falsa

2, abril, 2012

Está fora do controle, em Florianópolis, um abuso: é difícil o dia em que o fone da coluna deixa de tocar e não ouvir, no outro lado da linha, alguém se dizendo pertencer a entidade filantrópica para pedir dinheiro. É certo que há honestidade em algumas, mas não da maioria, principalmente daquelas que tem o desplante de até fixar um valor mínimo de “contribuição”.

Categorias:Sem categoria Marcadores:
  1. Marcos
    2, abril, 2012 em 19:38 | #1

    Não se compreende o fato de as demais câmaras de vereadores e até mesmo as assembleias legislativas e o Congresso não tenham se mexido ainda para implantar a lei do telemarketing, a exemplo de São Paulo e Joinville. Lá, num banco de dados, constam os números de quem não que receber chamadas deste tipo, comercial ou não, sob pena de punição. É inconcebível tamanho aborrecimento, que só testa nossa paciência. Não tem dia de semana, feriado, nem horário. Ligam até conseguirem falar com o primeiro infeliz que atender.
    Outro abuso que considerei foi de uma certa legião de benfeitores, que reclamou do valor doado – e por isso, não se faz mais esta prática na minha casa. Depois de tantas ligações, mês sim outro também, e implorando para que retirassem meu número do cadastro deles, tive eu que ligar para a central da entidade em São Paulo porque a “empresa de telemarketing” não podia fazer isso, já que recebia os dados do contratante. Obviamente, a entidade comprou nossos dados ilegamente, como é comum nas ruas dos grandes centros. Ou seja: sustentam o crime e ainda pedem nossa colaboração. Sede com mármore de carrara em Brasília, se depender de mim, jamais!

Os comentários estão fechados.