Sexo
13, agosto, 2010
Qualquer adulto homem corre o risco de recolher e por no bolso em uma hora de passeio pelo centro de Florianópolis pelo menos meia dúzia de cartões com endereço, nas redondezas, para programa de sexo. A novidade é a crescente prostituição masculina. Rapazes aparecem nos panfletos oferecendo seus serviços “profissionais” em endereços que indicam, ou à domicilio. Uma hora custa R$ 60,00.
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Como diria José Alencar, “todo mundo vai à zona”.