Paternidade
13, agosto, 2010
Num dos primeiros casos do gênero que chega à Justiça catarinense, o juiz Gerson Cherem II, da Vara de Sucessões e Registros Públicos da Capital, reconheceu hoje a paternidade e a maternidade pretendidas por um casal em relação a uma criança nascida por inseminação heteróloga, que se desenvolveu em útero de outra mulher, irmã do pai. O caso chamou a atenção pelo ineditismo.
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