O que está ruim pode piorar bem mais no outrora respeitado Supremo Tribunal Federal. O provável futuro ministro, Jorge Messias, não reúne as credenciais, por mais esforço que faça, se for levado em consideração seu histórico de manifestações públicas. Algumas: na sua tese de doutorado sobre a AGU e o governo Lula, que citou 75 vezes em 328 páginas, ignorou a corrupção e os erros do PT; o impedimento de Dilma Rousseff foi um “golpe”; viu o mensalão atuando “em maneira partidarizada em detrimento dos interesses do PT” na Operação Lava Jato. Para ele Bolsonaro representa uma “trágica ascensão da extrema direita”. Perguntar não ofende: como, com tais opiniões, Messias poderá julgar com um mínimo de isenção?
O senador Jorge Seif (PL-SC) comemorou a vitória do líder conservador boliviano Rodrigo Paz, domingo, como novo presidente da República após 20 anos de domínio esquerdista, liderado por Evo Morales. Seif vê no comportamento do eleitorado daquele país algo que pode se replicar no Brasil em, 2026, com a volta da direita. A conferir.
Dizem as folhas paulistanas que Florianópolis será a primeira cidade brasileira a adotar o Smart Sampa, programa de monitoramento de segurança que é uma das principais bandeiras da gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB). A tecnologia, que usa inteligência artificial e câmeras inteligentes, identifica foragidos da Justiça. Um acordo já foi assinado para testar a infraestrutura tecnológica existente na cidade e avaliar melhorias necessárias para operar o programa. Só na cidade de São Paulo o sistema já levou à prisão mais de 2.100 foragidos.
Interessante reportagem de “O Globo” mostra que o Coliseu, o mais que famoso anfiteatro italiano, em Roma, serviu de referência para pelo menos sete construções no país. Uma delas em SC, no município de Arroio Trinta, que serve de auditório. A ideia para o projeto veio de uma aluna do ensino médio, que participou de um concurso da Câmara dos Vereadores para estudantes da rede municipal.
Pelo fato de, entre outros atributos, seus emblemáticos salões terem sido (e ainda são), há quase um século, palco de grandes decisões em eventos partidários de ordem municipal e estadual, o Lira Tênis Club, de Florianópolis, vai receber uma homenagem na Assembleia Legislativa, proposta pelos deputados Pepê Collaço e Nilso Berlanda, pela passagem de seus 99 anos, celebrados dia 7 passado.
Os catarinenses têm que se orgulhar isso. O Programa Penso, Logo Destino, idealizado pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA-SC), conta com a adesão de 284 dos 295 municípios, beneficiando diretamente mais de 6 milhões de pessoas. O PLD promove a destinação ambientalmente adequada dos resíduos, fortalece a logística reversa e estimula a expansão da consciência sobre consumo responsável, reciclagem, reutilização e redução da geração de resíduos urbanos.
Somente no primeiro semestre de 2025, contribuiu para o recolhimento de mais de 83 mil pneus e cerca de 100 toneladas de eletroeletrônicos. Em 2024, foram destinados corretamente 154 mil quilos de pilhas e eletroeletrônicos, 190 mil lâmpadas e 99 mil pneus, resultados que demonstram o avanço das práticas sustentáveis e o fortalecimento do senso de pertencimento ambiental em todo o Estado.
Antes que abundem ações judiciais, a russa Whoosh, multinacional líder em micromobilidade urbana, inovou por aqui. Em Florianópolis instalou uma escola de direção, onde, gratuitamente, ensina boas práticas e regras para o uso seguro das patinetes elétricas. O modal vem transformando a mobilidade na capital catarinense.
No anúncio, de ação inédita no país para incentivar a doação de órgãos, o Ministério da Saúde usou o exemplo de SC, que no primeiro semestre do ano contabiliza 642 transplantes de órgãos e tecidos, dos quais 3 de coração, 75 de fígado, 3 de pâncreas, 7 de pâncreas e rim, 181 de rim, 318 de córnea e 55 de medula óssea.