Os três senadores de SC (Esperidião Amin, Jorge Seif e Ivete da Silveira) estão na lista de 64 que já assinaram requerimento de constituição de uma CPI para investigar influenciadores que estariam provocando a sexualização de jovens nas redes sociais. A ação é consequência das bombásticas denúncias do youtuber Felca.
Divulgou-se ontem que políticos e juízes federais no Brasil podem chegar a vencimentos 22 maiores que o salário médio dos brasileiros: R$ 44 mil contra R$ 2.069. Em SC, a diferença entre o salário do deputado federal é maior do que o da população do Estado em 16,9 vezes. No Maranhão 40,9 e no Distrito Federal 12,8.
Para surpresa de ninguém, o DCE da UFSC promoveu mais uma festa de reinício do semestre numa área pública com depredação, desrespeito ao silêncio, arruaça e muito lixo espalhado por toda a praça da Trindade, externa ao campus. O prefeito Topázio Neto foi rápido e já avisou: lá não vai mais ter mais festa de estudante. Já a manifestação do secretário de comunicação da UFSC sobre o episódio é um primor. Primeiro, a instituição lava as mãos – segundo ele, não tem nada com o evento. Depois, indica que a prefeitura deve “se articular” com a universidade a fim de que a festa aconteça “sem prejuízo à comunidade”. Ora, o prejuízo à comunidade existe pelo mau comportamento dos que se dizem “estudantes” e são representados pelo DCE, que só consegue mostrar credenciais desta forma: produzindo baderna, desrespeito e sempre flanando na impunidade.
SC, Paraná e Rio Grande do Sul lideraram, no país, a frequência de tentativas de fraude evitadas em abril. O Serasa Experian identificou uma tentativa a cada 48 segundos. Ao todo, foram 177.351 ataques identificados. O Paraná liderou em volume dentro da região, com 70.677 tentativas, seguido por Rio Grande do Sul (61.988) e SC (44.686).
Jaraguá do Sul, Joinville e São Bento do Sul estão, em SC, entre as cidades mais afetadas pela tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos às exportações brasileiras. Não formam o Triângulo das Bermudas, mas nos prejuízos que estão tendo estão numa espécie de “Triangulo de Donald Trump”.
Diante de muita pressão, principalmente política, a Universidade do Estado (Udesc) veio a público pedir calma quanto aos prazos para implantação do curso de Medicina em Laguna, com 40 vagas e duração de seis anos a um custo de R$ 30 milhões até o dia da aula inaugural, que, se tudo andar nos conformes, chegará nos próximos 18 meses.
O reitor José Fragalli não quer priorizar isso para não prejudicar o debate relativo a outras graduações aprovadas, mas que não foram implementadas. São nove: Licenciatura em Dança (Udesc Ceart); Engenharia de Madeira (Udesc Alto Vale); Engenharia de Produção Agroindustrial (Udesc Alto Vale); Engenharia Têxtil (Udesc Alto Vale); Ciências Sociais (Udesc Faed); Geologia (Udesc Lages);
Ciências Biológicas (Udesc Lages); Direito (Udesc Esag) e Bacharelado em Física (Udesc Joinville).
É desalentador se constatar que o movimento de congressistas para reforçar as prerrogativas do Legislativo esconde explicitamente o propósito de criar dispositivos para que a delinquência deles não seja alcançada pela lei. Movem-se não pelo interesse público, mas pela impunidade parlamentar. Com raríssimas exceções, não conseguem (ou conseguem, na sua expertise?) distinguir mais o que é imunidade parlamentar com impunidade parlamentar. Trágico.
Em prisão domiciliar há nove dias, o ex-presidente Jair Bolsonaro contabiliza 20 pedidos de aliados que querem visitá-lo. Solicitações que estão sob a análise do ministro “supremo” Alexandre de Moraes. Entre os catarinenses que pediram e com nome aprovado está apenas o da deputada federal Julia Zanatta (PL-SC), agendado para dia 21. Noutra fila, de 11 nomes, para encaminhamento, está o do senador Esperidião Amin (PP-SC).