Estrela
O ministro “supremo” André Mendonça não que ser estrela, mas fatalmente será, goste ou não, porque é assim que o sistema funciona. Que tenha consciência de que o brasileiro decente sabe reconhecer o juiz que aplica as leis. Simples assim.
O ministro “supremo” André Mendonça não que ser estrela, mas fatalmente será, goste ou não, porque é assim que o sistema funciona. Que tenha consciência de que o brasileiro decente sabe reconhecer o juiz que aplica as leis. Simples assim.
Já está na Assembleia Legislativa medida provisória do governador Jorginho Mello que trata da reestruturação da tabela salarial dos professores da rede pública estadual. A proposta amplia a remuneração em todos os níveis da carreira, com vencimentos que variam de R$ 5,1 mil (para professores com ensino médio) a R$ 10,4 mil (na última referência do professor com doutorado), conforme a formação e progressão profissional.
A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de SC manteve a condenação de um homem a 51 anos de reclusão, em regime inicial fechado. Detalhe: ele cometeu 11 crimes de furto, sendo oito consumados e três tentados, todos em junho de 2025, em diferentes pontos da cidade de Tubarão. Queria a liberdade.
Na carta pública em que anunciou sua desfiliação do PSD, o prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, afirmou que considera a palavra dada o bem mais valioso de um homem público. Tomara que persista nisso. É de se lamentar que talvez ele seja um dos últimos políticos a acreditar nisso, infelizmente.
Através de seus interlocutores, o ex-governador Jorge Bornhausen desmentiu um suposto oferecimento de R$ 300 milhões em obras em Chapecó, pelo governador Jorginho Mello (PL), para que o prefeito João Rodrigues (PSD) desistisse da disputa ao governo. A pergunta que não quer calar: de quem partiu a suposta denúncia?
Chama a atenção o interesse extraordinário do jornal carioca “O Globo” pela morte cruel do cão Orelha, em Florianópolis. Nesta semana enviou um repórter especial até a Praia Brava, no norte da Ilha de SC, onde constatou dezenas de cartas, fotos e desenhos afixados ao longo dos últimos dois meses nas casinhas onde o animal viveu, detalhes que a insensível mídia local pareceu não ver. O jornal questiona a falta de explicações convincentes para a morte. A apuração entra na reta final na próxima semana, quando o MP-SC vai se posicionar sobre o inquérito em meio a lacunas que persistem na investigação da Polícia Civil e críticas à condução do governo estadual.
A propósito do assunto, o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, está exigindo que o vereador emedebista Osni Novack, de Major Vieira, em SC, se retrate publicamente após ele ter defendido a morte de cães que vivem soltos nas ruas do seu município, conforme sugeriu numa fala em sessão o Legislativo da cidade. Em vídeo no Instagram Rossi anuncia que o caso pode ser levado ao conselho de ética e o vereador ser expulso do partido.
O brasileiro honesto e ético assistiu, viu ou ouviu, estarrecido, anteontem, o patético espetáculo circense, travestido de pompa e arrogância, armado no plenário do Supremo Tribunal Federal, onde ministros (que, quase todos, não mais conseguem sair por um minuto nas ruas sob risco de hostilidades e até ameaças de linchamento), entre eles o presidente da corte, Edson Fachin, se revezaram em babosos discursos elogiando a passagem dos nove anos de serviços do colega Alexandre de Morais, qualificando suas condutas como “corajosas e irretocáveis”. Muitos sentiram náuseas.
A presidente do grupo italiano Azimut Benetti, Giovanna Vitelli, que tem estaleiro no Brasil desde 2010, visitou esta semana as instalações da unidade localizada em Itajaí, onde confirmou novos investimentos de R$ 120 milhões na planta brasileira.