O ministro catarinense do Superior Tribunal de Justiça, Marco Buzzi, pediu licença médica e se internou após ser acusado de importunação sexual. Desde sábado surgiram insinuações de que sua situação deve se agravar a partir desta semana, e não apenas devido a aquela acusação. Buzzi é casado com Katcha Buzzi há 43 anos e o casal tem três filhas.
Ao se posicionar contra a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1, com a redução de quatro horas da jornada a partir de 2027, sem alteração salarial, a Federação das Associações Empresariais de SC (Facisc) teme que se comprometa a dinâmica do mercado formal de trabalho, a diminuição relevante no número de carteiras assinadas e um avanço ainda maior da pejotização.
Em 2025, SC registrou 2,6 milhões de carteiras assinadas, desempenho, no entanto, que pode ser impactado, considerando que 71% dos empregados formais catarinenses possuem contratos entre 41 e 44 horas semanais — percentual superior à média nacional, que é de 60%.
A comoção causada pelo caso do cão Orelha trouxe a lume fatos que poucos catarinenses conheciam, como a existência da Delegacia Virtual de Proteção ao Animal, desde 2022, onde é possível fazer o registro pelo Disque Denúncia da Polícia Civil, pelo número 181, ou junto ao Ministério Público. As denúncias podem ser feitas de qualquer local e de forma anônima.
A Justiça do Trabalho de SC atingiu em 2025 uma marca histórica de movimentação processual. Foram recebidas ao todo 99.866 novas ações trabalhistas pelas 60 varas do trabalho, o maior volume em mais de 90 anos de história da instituição. A vara que liderou o ranking de processos recebidos foi a de Itapema, com 3.313, resultante do boom da construção civil observado no município. As construtoras têm terceirizado as obras para empreiteiras com pouco ou quase nenhuma capacidade financeira de arcar com direitos trabalhistas básicos. Muitos operários são trazidos de outros Estados para suprir a carência de mão de obra na região.
Pelo menos 100 regimes de previdência estaduais e municipais investiram em fundos ligados ao liquidado Banco Master, revela levantamento da “Folha de S. Paulo” com base em dados da Comissão de Valores Mobiliários e do Ministério da Previdência. De SC estão os fundos imobiliários de Criciúma, Içara, Palhoça, Rio do Sul e Rio Negrinho, com valores entre R$ 191 mil (Criciúma) a R$ 810 mil (Palhoça).
O prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, afirmou à imprensa da cidade que o transporte marítimo é inviável, conforme estudo na fase final. Há pelo menos 50 anos se fazem estudos sobre isso, com o mesmo resultado. O que ninguém diz é que o sistema de transporte coletivo é dominado por um cartel, há décadas. Não por acaso a capital catarinense ostenta a tarifa mais alta entre todas as 27 capitais brasileiras, com qualidade não exatamente inversa, mas próxima a isso.
Nesta semana o Ministério Público de SC apresentou uma denúncia criminal contra dois tenistas estrangeiros, um venezuelano e um colombiano, que teriam proferido ofensas racistas durante o torneio ATP Challenger 75 – Itajaí Open. Muito bem. Que tal também apresentar denúncia criminal contra vários jornalistas e colunistas da grande mídia impressa nacional que com uma frequência crescente referem-se aos catarinenses como “nazistas” ou “fascistas”?
A ministra Isabel Gallotti, do Superior Tribunal de Justiça, cujas origens familiares são de Tijucas, declarou-se impedida e pediu para sair da comissão encarregada de apurar denúncia de assédio sexual contra o seu colega ministro Marco Buzzi, que é de Timbó, no Médio Vale do Itajai. Alegou razões familiares.