Olho gordo

   Tanto no Congresso como nas assembleias legislativas, inclusive de SC, há sempre deputados querendo meter o bedelho no Sistema S, formado por 11 entidades de serviço social das confederações nacionais de indústria, comércio, agricultura, transportes e cooperativas.  Estão mesmo de olho no seu orçamento, de R$ 16,5 bilhões em 2017. Oportunistas, uns propõem que as entidades virem autarquias. A barrá-los está histórica decisão do ministro Teori Zavascki que as considera privadas não integrantes da administração pública, financiadas com recursos do próprio setor produtivo, mas sujeitas à fiscalização do Tribunal de Contas da União,  apenas para o controle finalístico.

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