Foi sob inspiração do caso do cão Orelha, em Florianópolis, que a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou projeto que cria, em âmbito federal, um serviço telefônico para receber denúncias de violência contra animais.
Defendida por 90% dos brasileiros, segundo um dos últimos levantamentos Real Time Big Data, a diminuição da maioridade penal voltou à pauta da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, semana passada, com uma Proposta de Emenda à Constituição protocolada pela deputada Júlia Zanatta (PL-SC), que sugere a mudança de 18 para 16 anos. O projeto foi assinado por outros 185 parlamentares.
A Petrobras assinou oito contratos no valor de R$ 11 bilhões para construção, afretamento e serviços de quatro embarcações de apoio submarino destinadas às operações em águas profundas e ultraprofundas. O acordo foi firmado quinta-feira com a DOF Subsea Serviços Ltda e prevê a construção das unidades no estaleiro Navship, em Navegantes. A expectativa é que a iniciativa gere cerca de 7 mil empregos diretos e indiretos ao longo das fases de construção e operação.
O Senado vai homenagear hoje cinco governadores cujos estados se destacaram na alfabetização infantil e na redução das diferenças de aprendizagem entre alunos de diferentes contextos sociais. São Elmano de Freitas (Ceará), Lucas Ribeiro (Paraíba), Otaviano Pivetta (Mato Grosso), Rafael Fonteles (Piauí) e Ricardo Ferraço (Espírito Santo). Não é mais surpresa ver SC (Jorginho Mello) excluído desse tipo de evento.
Apesar dos esforços, está fazendo pouco em relação às demais unidades da federação. Divulgou-se aqui há dias informação oficial do Ministério da Educação: em SC apenas 63% das crianças quando chegam no final do segundo ano do ensino fundamental, podem ser consideradas alfabetizadas. A meta nacional do ano passado era de 67% e a fixada para este ano de 70%. SC atingirá se acontece um milagre. Outra tragédia que poucos conhecem: 24 mil crianças entre 4 e 6 anos em SC estão fora da escola, faixa etária em que o ensino é obrigatório.
O senador Esperidião Amin é relator e já deu parecer favorável a projeto de lei que deve ser votado nesta semana que autoriza os lojistas a divulgarem vídeos com flagrantes de crimes ocorridos em seus estabelecimentos comerciais.
Mesmo com reservas antecipadas, um seminário regional sobre autismo, em Joaçaba, sexta-feira, reuniu mais de duas mil pessoas. O mesmo seminário acontece hoje em Ibirama e em julho em São Joaquim, ampliando o alcance da iniciativa da Alesc, que promove a formação, acolhimento e defesa dos direitos das pessoas com autismo no Estado.
Agora na série C do futebol nacional e B no catarinense (humilhante, diga-se, diante de seu histórico), o Figueirense tenta seguir adiante. Sexta-feira, por exemplo, apresentou na Alesc um conjunto de ações voltadas à sua reestruturação, com foco nas categorias de base, melhorias estruturais, fortalecimento institucional e lançamento da nova camisa oficial para a temporada 2026. O torcedor aplaude, mas quer, principalmente, e não importa como, vitórias nos gramados, que é o que mais falta ao clube. Sem isso tudo fica mais difícil.
O deputado estadual Alex Brasl (PL) autor do projeto de lei, que virou lei estadual derrubada pelo Supremo Tribunal Federal, que proibia cotas raciais em universidades estaduais, está de volta com novo projeto, que tem tudo para causar alarido: regulamenta a adoção de cotas e outras ações afirmativas em instituições públicas de ensino técnico e superior estaduais, porém com “critérios cumulativos e complementares que consideram não apenas a dimensão racial, mas também fatores socioeconômicos e educacionais, tais como renda familiar e trajetória na escola pública”. Além disso, as cotas e ações afirmativas não poderão ultrapassar 20% das vagas ofertadas e a adoção de cotas raciais só poderá ocorrer se houver, também, cotas socioeconômicas.