Apesar da extrema discrição na sua atuação, quem tem culpa no cartório treme nas bases ao saber que está no encalço Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco). Em um acordo de não persecução penal firmado esta semana, que resultou, de cara, no recolhimento de R$ 16 milhões de um total de R$ 36 milhões aos cofres públicos por conta de fraudes fiscais e crimes tributários na região de Itajaí, os diretamente investigados, acompanhados por sua defesa, apresentaram confissão plena, formal e circunstancial de todos os fatos.
Mais de 70 entidades nacionais protocolaram carta aberta à presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Cármen Lúcia, aos demais ministros da Corte e à sociedade brasileira, reagindo às declarações do comunicador gaúcho Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, nas quais defendeu que os evangélicos não deveriam votar no Brasil. Aliás, Peninha, a exemplo do ator Tuca Andrada, é outro que merecia o título anti-honorífico de “persona non grata” a SC. Em mais de uma vez destilou ódio conta os catarinenses, comemorando suas tragédias e ainda se orgulhando disso. Essa gente deveria ser formalmente informada a evitar que ponham seus pés por aqui. Caso contrário, que assumam as consequências.
Depois que a malfadada escola de samba Acadêmicos de Niterói resolveu, entre outros deboches, detonar a família na Marquês de Sapucaí, o deputado estadual Marcos da Rosa (União Brasil) apresentou projeto, que passou, ontem, pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa, que cria a Comenda do Mérito da Família no âmbito estadual, destinada a homenagear casais que tenham contribuído para o fortalecimento da instituição familiar, celebrando aniversários significativos de casamento de 40 a 90 anos.
A Gaviões, a principal torcida organizada do Figueirense, está colhendo assinaturas através de um abaixo-assinado virtual no qual pede a destituição imediata da atual diretoria da Sociedade Anônima de Futebol (SAF), presidida pelo empresário Paulo Prisco Paraíso. Todo-poderoso no clube, PPP, como é chamado, quando assumiu, há cinco anos, prometeu que levaria o time de volta à Série A e, “quem sabe”, disputar a Copa Sul Americana. Da elite, onde esteve por vários anos, está matematicamente rebaixo para a segunda divisão do futebol estadual. Um vexame.
Nas colunas de frivolidades da mídia nacional quem está em evidência nas últimas horas é o empresário catarinense Ian Bortolzana, que recebeu pedido de “um tempo” do namoro que mantinha com a cantora Anitta.
Agora há uma lei estadual (19.721, sancionada dia 21 de janeiro), mas se funcionar são outros quinhentos. Ela dispõe sobre a aplicação de sanções administrativas a pessoas envolvidas em brigas generalizadas relacionadas a eventos esportivos, realizadas dentro ou no entorno de estádios, ginásios, arenas e demais locais destinados à prática ou ao acompanhamento de atividades esportivas em SC.
A participação sujeitará o infrator a multa administrativa de R$ 1 mil a R$ 50 mil, a ser fixada de acordo com a gravidade da infração e a reincidência, além da proibição de acesso a eventos esportivos no território estadual por prazo de até 24 meses; e participação obrigatória em programas ou atividades educativas relacionadas à cultura de paz, ao respeito às regras esportivas e ao combate à violência em ambientes esportivos.
A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária de SC inicia no próximo mês um programa de financiamento ao desenvolvimento rural, pesqueiro e aquícola do Estado com ênfase no fortalecimento e expansão do cultivo de café arábica em sistema sombreado, realizado em consórcio com bananeiras, palmeiras e espécies arbóreas nativas, especialmente nas regiões do Litoral e do Vale do Itajaí.
Muito antes de conquistar apreciadores exigentes no mercado de cafés especiais, tal forma de cultivo de café já fazia parte da identidade catarinense, a ponto de estampar a bandeira do Estado, criada em 1895. Agora, essa tradição ganha um novo impulso com o projeto. Nesse sistema o fruto do café tem a sua maturação mais lenta gerando uniformidade dos grãos. Esse conjunto de fatores, somado à latitude, maritimidade, clima e solo das regiões, resulta em cafés com perfil sensorial diferenciado, voltados ao mercado de cafés especiais brasileiro — segmento que segue em franca expansão.