Drogas no cais
Um relatório do Tribunal de Contas da União expôs falhas no combate ao tráfego de drogas nos portos brasileiros, onde não há sistemas de vigilância e monitoramento de ponta. Um deles é o de Itajaí.
Um relatório do Tribunal de Contas da União expôs falhas no combate ao tráfego de drogas nos portos brasileiros, onde não há sistemas de vigilância e monitoramento de ponta. Um deles é o de Itajaí.
O governo federal está investindo numa campanha publicitária em SC, veiculada em TV, rádio, internet, mídia exterior e em redes sociais.
Reúne entregas e políticas públicas em andamento desde 2023, destacando investimentos na indústria naval, duplicação de BRs e maior contorno viário da América Latina, dentre outros.
Com a extrema-esquerda defenestrada do comando da UFSC, o novo reitor eleito, Amir Antônio Martins de Oliveira Júnior, mesmo sem ter tocado no assunto durante sua campanha, deverá ser instado a fazer revisionismo na instituição. Não será surpresa se aparecer logo uma iniciativa para revisar pelo menos dois atos recentes, que causaram muita polêmica e até um isolamento da universidade, principalmente na comunidade florianopolitana.
O primeiro seria restabelecer o nome do seu campus, que homenageava seu fundador e primeiro reitor, João David Ferreira Lima, retirado por decisão de seu Conselho Universitário, de junho de 2025. O segundo, fazer a entrega agora, em homenagem póstuma (faleceu em julho do ano passado) do título de professor emérito, negado pelo mesmo Conselho Universitário ao também seu ex-reitor, Rodolfo Pinto da Luz. Ou ainda, por se tratar de episódios vergonhosos para a sua história, fazer um pedido público de desculpas.
Ouviu-se graduados assessores do governador Jorginho Mello dizerem que “está faltando serviço” no Ministério Público do Estado diante da abertura, nesta semana, de uma ação de improbidade administrativa contra o ex-delegado geral da Polícia Civil, Ulysses Gabriel, que é pré-candidato a deputado estadual pelo PL. O caso, que está sob sigilo, envolve supostas irregularidades na condução das investigações sobre a morte do cão Orelha.
Rachel Barros, a nova ministra da Igualdade Racial, foi a primeira voz do governo federal vir a público comemorar a formação de maioria, no Supremo Tribunal Federal, pela derrubada da lei de cotas raciais em universidades estaduais, privadas e comunitários de SC que recebem recursos do Estado.
O assunto foi notícia em toda imprensa nacional, com direito a comentários de leitores nos maiores jornais. Em algumas manifestações ficou explicita a imagem que muitos brasileiros tem dos catarinenses. Na “Folha de S. Paulo”, por exemplo, o leitor Raymundo Itareru escreveu, literalmente: “Não adianta a zebuzada denunciar os comentários; o estado de SC é fcs tá e o povo é descendente de Adolf e Benito”.
Levantamento recente do Kayak, um dos principais buscadores de viagem, identificou que São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis formam o trio de destinos mais buscados por viajantes internacionais, tanto para voos quanto para hospedagens no primeiro trimestre deste ano. No recorte de SC, três cidades se destacam no ranking por hospedagens: Florianópolis, Balneário Camboriú e Bombinhas.
Analistas políticos começam a se acostumar com o líder do PT na Câmara dos Deputados, Pedro Uczai, que politicamente falando é muito realista em relação às previsões do partido em SC. Afirma que o centro da estratégia não é eleger governador, é reeleger Lula; que é ilusão pensar que o presidente vai conseguir 50% ou 60% dos votos aqui, mas que pode ampliar os 30% alcançados em 2022 para 35%. Pensa que se chegar a uma média de 40% de votação no Sul, será uma expressiva contribuição para a reeleição.