Foi celebrado ontem o Dia Mundial de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Em SC, conforme o Ministério do Trabalho, entre 1995 e 2024, 1.131 trabalhadores foram resgatados em situações análogas à escravidão. No mesmo período, o Estado também registrou 158 ocorrências relacionadas a tráfico de pessoas e trabalho escravo, além de 125 ocorrências de tráfico infantil.
Levantamento da empresa de alarmes monitorados Verisure mostra que o Distrito Federal, Goiás e SC estão entre os estados que mais pesquisaram pelo termo “sistema de segurança para casa” no último ano. Tal salto dialoga diretamente com a percepção da população sobre a violência no país: segundo uma pesquisa do instituto Datafolha, 58% dos brasileiros afirmaram que a criminalidade aumentou em sua cidade entre 2024 e 2025. SC registrou cerca de 4,8 mil roubos em 2025, segundo a SSP-SC.
O senador Esperidião Amin (PP-SC) é autor do projeto de decreto legislativo que suspende decretos do presidente Lula sobre demarcações de terras indígenas em SC. São do Toldo Imbu, em Abelardo Luz, e do Morro dos Cavalos, em Palhoça. Para ele, os decretos que homologam as demarcações não seguem as determinações da Lei do Marco Temporal. O projeto teve a urgência aprovada e poderá ser analisada diretamente pelo plenário.
O Supremo Tribunal Federal divulgou os destaques de sua pauta de julgamentos para agosto. Está lá, agendado para dia 12, a retomada do julgamento sobre os polêmicos limites do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, em SC, suspenso por pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. O julgamento está empatado, com três votos pela validade da norma e três que a consideram inconstitucional.
O que está em questão é a lei estadual 14.661, de 2009, que segundo a Procuradoria-Geral da República, as alterações promovidas permitiram o retalhamento e a descaracterização da unidade de conservação de proteção integral, resultando em grave retrocesso da proteção ecológica e debilitação das áreas de Mata Atlântica existentes no parque.
A abertura das indústrias de grande porte a parcerias com novas empresas de tecnologia continua sendo um dos principais obstáculos para consolidar a inovação aberta em SC. O preocupante diagnóstico foi identificado por pesquisadores do projeto Entrepreneurship for Future and Sustainable Energy (Enfuse) durante uma recente imersão técnica pelo ambiente de negócios do Estado.
O mapeamento revelou que essa resistência ou dificuldade de integração ocorre sobretudo em corporações que já possuem setores de pesquisa e desenvolvimento estruturados e processos internos consolidados. Nesses casos, a incorporação de tecnologias nascentes e agentes externos exige maior adaptação da cultura organizacional e novos modelos contratuais.
O senador catarinense Hermes Klann (PL-SC) está sendo alvo de pesadas críticas na grande imprensa e de entidades do setor elétrico por ter inserido vários dispositivos no projeto de lei, do qual é relator na Comissão de Infraestrutura do Senado, que propõe um novo marco legal do setor elétrico brasileiro. Um dos principais determina a contratação obrigatória, pela Agência Nacional e Energia Eletrica (Aneel) via leilões, de usinas termelétricas a gás natural e pequenas centrais hidrelétricas. A conta para o contribuinte e consumidor pagar, a partir de 2032, na sua fatura, é estimada em estratosféricos R$ 42,2 bilhões.
O Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança, divulgado semana passada, que a mídia não deu bola nenhuma, tem dados interessantes sobre SC. No ranking nacional dos 10 município com mais de 100 mil habitantes e com menor taxa de assassinatos estão Tubarão, em 2º; Blumenau, em 6º; e Jaraguá do Sul, em 8º. Em 1º está São Caetano do Sul, em São Paulo.