A disputa legal, o combate do Banhado Grande, a Guerra do Contestado e o acordo de limites, estão narrados no novo livro do historiador Paulo Roberto Hapner, desembargador aposentado do Tribunal de Justiça e atual presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná (IHGPR). “Contestado” é uma publicação do editor brusquense Saulo Adami para a Estrada de Papel, de Curitiba, volume 66 da Estante Paranista, coleção criada pelo IHGPR em 1976. Em 342 páginas, a obra aborda a disputa legal pelo território do Contestado a partir de 1841. Sua narrativa se estende até 10 de setembro de 1924, com o decreto 16.595, que aprovou os trabalhos de demarcação de limites entre SC e Paraná.
Após encontrar 613 quilos de cocaína em um bunker junto a uma empresa de exportação de ligas metálicas, em Blumenau, esta semana, em esquema de tráfico de drogas envolvendo cidadãos britânicos, a Polícia Federal passou a ter uma certeza: SC é base operacional de uma estrutura criminosa internacional.
Pré-candidato ao governo do Estado, o prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), que decidiu deixar o cargo dia 23 de março de 2026, pareceu estar num palanque e abrindo a campanha, em evento do partido, quarta-feira, em São José. Atacou o governador Jorginho Mello dizendo não entender como diante de uma arrecadação de R$ 15 bilhões nada investe para “acabar com os moradores de rua”. Em Chapecó ele diz que resolveu o assunto.
Na mesma manhã de quinta-feira de impressionante selvageria de torcedores – melhor qualificá-los como bandidos, criminosos – do Santos Futebol Clube, em Itapema, na Assembleia Legislativa ficou pronto projeto de lei do deputado Mário Motta que estabelece penalidades (multa de R$ 1 mil e impedimento de receber benefícios estaduais por cinco anos) a pessoas que participem de briga generalizada em decorrência de eventos esportivos.
O município de Mirim Doce, no Alto Vale do Itajaí, com 2.200 habitantes, deve ganhar o título de Capital Nacional do Melhor Arroz. O reconhecimento se origina do projeto de lei 3.037/2023, aprovado na Comissão de Agricultura do Senado, quarta-feira. Agora segue para sanção presidencial.
O mundo feminino catarinense torcia para que a desembargadora Maria do Rocio Luz Santa Ritta fosse a nova presidente do Tribunal de Justiça do Estado. Não deu. Por maioria de votos o ungido, com todos os méritos, foi o joinvilense Rubens Schulz, por pequena diferença de votos. Teria um simbolismo importante: seria a segunda mulher a chegar ao cargo em SC. A primeira foi Thereza Grisólia Tang, falecida em 2009 aos 87 anos. Foi a primeira mulher a tornar-se juíza no Brasil, ingressando na magistratura de SC em 1954. Nesta condição, como única mulher no Judiciário estadual, manteve-se por quase 20 anos, pois a segunda juíza do Estado viria a ser nomeada apenas em 28 de maio de 1973. Tereza foi presidente do TJ-SC entre dezembro de 1989 a março de 1990. Era uma figura humana ímpar.
Um influencer que divulgava ocasionalmente uma loja de roupas em suas redes sociais teve o pedido de vínculo de emprego negado no Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT-SC). Entendeu-se que a atividade era pontual e não demonstrava requisitos legais, como habitualidade ou jornada fixa de trabalho. O caso aconteceu em Itajaí.
Está em curso nas redes sociais uma onda que pode ser chamada de terrorismo nutricional. São centenas de contas com “influenciadores” ditando regras sobre o que pode e principalmente o que não pode ser usado como alimento, segundo eles. Caso alguém resolva levar isso de modo rígido vai ficar sem opções nas suas refeições. Vale destacar que também existem recomendações sérias e com base científica, principalmente em alertas para consumo de alimentos ultraprocessados.
O Legislativo estadual deve aprovar por estes dias providencial projeto de lei do deputado Júlio Garcia (PSD), que proíbe a comercialização de cães e gatos entre particulares no Estado. A norma visa coibir a criação clandestina e estimular a adoção responsável, mantendo autorização apenas para criadores devidamente registrados.