Policiais que já aplicaram as mais de 11 mil multas, equivalentes a um salário mínimo e duplicada na reincidência, prevista na lei estadual catarinense 18.987, de junho de 2024, contam histórias hilárias dos momentos de flagrante por porte de drogas em locais públicos. Uma que tem se repetido: alguns flagrados alegam serem rastafáris, fazendo questão de se identificar por seus rastas (dreadlocks), e dizer, com toda convicção possível, que a maconha integra sua meditação religiosa. Não tem conversa. É multa.
O mercado imobiliário catarinense e até nacional está de olho comprido com o que acontece em Porto Belo: mais de 3.500 imóveis de novos empreendimentos tiveram altíssima liquidez, com vendas de 100% ainda na planta, totalizando R$ 4 bilhões em valor geral de vendas, segundo dados da plataforma DWV. O desempenho é atribuído à combinação entre valorização imobiliária em ascensão, com metro quadrado médio próximo dos R$ 13 mil e ao crescimento urbano acelerado.
Tão previsível quanto um dia de 24 horas, o Conselho Nacional de Direitos Humanos acionou a Procuradoria Geral da República para responsabilização do governador Jorginho Mello por ter xingado uma cacique indígena, semana passada, durante visita que fez à barragem de José Boiteux, no Vale do Itajaí. Não consta a mesma iniciativa quanto ao presidente Lula ao mostrar o dedo do meio – um gesto obsceno, dirigido “às elites” – durante evento oficial do governo, sexta-feira, em pleno Palácio do Planalto.
O Marco Legal do Saneamento Básico estabeleceu que até 2033, 90% dos municípios catarinenses devem ter coleta e destinação adequada do esgoto sanitário. Atualmente, o Estado conta com uma cobertura de apenas 35,9%. Para o Tribunal de Contas, que acompanha o processo, trata-se de um dos principais desafios ambientais e de infraestrutura enfrentados por SC. Índices preocupantes, realmente.
Outro índice que assusta: dentre os 295 municípios, 71 – cerca de um quarto do total — possuem menos de 50% da população atendida por água tratada. E há casos com índices de apenas 14% ou 16% de cobertura. Coisa de Terceiro Mundo.
Na análise, na Alesc, anteontem, suspensa por um pedido de vistas, de um novo projeto do deputado Alex Brasil (PL), propondo que os beneficiários de cotas nas universidades e ensino técnico estaduais não sejam mais raciais – projeto dele e lei derivada foram declarados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal – e, sim, em sequência, para quem cursou integralmente o ensino médio em escolas públicas, seja portador de deficiência, enquadrado em critérios de renda familiar e, por fim, cotas raciais, foi diferente. Houve plateia, com direito a vaias e protestos, do movimento negro presente.
Projeto que começou a tramitar na Alesc institui a Política Estadual de Bandas e Fanfarras Escolares. Busca criar condições para que o Estado possa apoiá-las estruturalmente, por meio de capacitação, aquisição de instrumentos, organização de festivais e estímulo às escolas interessadas em desenvolver projetos musicais. Velhos e bons tempos aqueles em que as fanfarras escolares eram verdadeiras atrações artístico-culturais, depois inexplicavelmente desprezadas.
Outo projeto estabelece que as escolas públicas e privadas de SC deverão oferecer, no mínimo, três aulas semanais de Educação Física para os estudantes de todas as etapas da educação básica. Um terceiro, também louvável, prevê uma carga mínima de 12 aulas anuais de noções e práticas de educação financeira no ensino médio. E, por favor, parem de querem impor bobagens, como História da África.
A Ford Ranger foi o veículo zero quilômetro mais procurado – não necessariamente vendido – em SC no primeiro semestre de 2026, informa o Webmotors Autoinsights. Nenhum dos vários modelos da marca custa menos de R$ 200 mil. Na sequência, entre os carros novos, aparecem Volkswagen Tera (2º), Volkswagen Nivus (3º), BMW 320i (4º), Hyundai Creta (5º), Ford Mustang (6º) e Jeep Compass (7º), BYD Dolphin Mini (8º), Honda HR-V (9º) e Chevrolet Onix (10º).