Na declaração de bens ao Tribunal Regional Eleitoral da candidata ao governo estadual Angela Amin um dado chama a atenção. Revela que no seu patrimônio total, estimado em R$ 1,64 milhão, há R$ 63 mil em espécie, certamente guardados em casa, no cofre ou no colchão. E seu vice, Manoel Dias, do PDT, declarou como “dinheiro em mãos” a quantia de R$ 80 mil. O candidato a reeleição para deputado federal Valdir Colatto declarou ter R$ 200 mil em espécie, além de, como quase todos os outros, ter grana nos bancos.
O senador Raimundo Colombo (DEM-SC) deve ter se baseado no que acontece na UFSC para apresentar projeto de lei propondo que instituições que prestam serviços a universidade com dispensa de licitação fiquem proibidas de subcontratação dos serviços. O projeto está pronto para deliberação em plenário. Ao justificar a proposta, o senador informou que a Lei de Licitações (lei 8.666/93) dispensa a licitação na contratação de fundações que subsidiam instituições federais de ensino superior. Essas fundações oferecem suporte às universidades, nas atividades de pesquisa, ensino e desenvolvimento institucional. O projeto altera a lei de licitações para impedir que essas fundações sirvam de intermediárias para celebração de contratos entre as instituições federais e as empresas, sem o processo de concorrência pública, o que pode gerar desvio de recursos públicos.
O eleitor poderá passar a contar com um novo instrumento para fiscalizar a conduta dos políticos. É o que prevê proposta que obriga os candidatos a cargos eletivos a registrarem, na Justiça Eleitoral, uma carta de princípios e seu programa de trabalho. A matéria está na pauta da próxima reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, dia 4 de agosto. O autor do projeto é o senador Cristovam Buarque (PDT-DF). O projeto define como carta de princípios uma declaração do candidato com informações sobre os fundamentos pelos quais postula a sua eleição. Já o programa de trabalho é a indicação dos objetivos que pretende realizar no decorrer do mandato.
O Instituto Chico Mendes (ICMBio) prevê até o final do ano firmar contratos de concessão para a exploração turística de até 11 parques nacionais brasileiros, com o objetivo de incentivar o turismo local e atrair os visitantes durante a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. A idéia é dar a empresas o direito de explorar passeios, trilhas, hospedagem e alimentação nos parques, atraindo os turistas. A má notícia para Santa Catarina é que não tem nenhum dos quatro parques nacionais (Aparados da Serra, São Joaquim, da Serra Geral e da Serra do Itajai) relacionados para fazer os tais contratos.
A Associação dos Advogados Criminalistas do Estado de Santa Catarina – (Acrimesc) formaliza hoje à noite, junto a seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SC) uma comissão visando criar um movimento destinado a unir a sociedade e promover um pedido pela paz. A iniciativa decorre do assassinato de dois advogados em pouco mais de um mês em Florianópolis.
O Instituto Chico Mendes (ICMBio) manda nota acerca do posicionamento deste espaço quanto ao estaleiro OSX. Diz que o local proposto, a Baía Norte de Biguaçu, impacta três unidades de conservação federais e que após Estudo de Impacto Ambiental identificou uma série de conseqüências irreversíveis. Além de contaminação biológica e modificações nos atributos físicos das unidades de conservação, pode haver a extinção de golfinhos cinza na reserva de Anhatomirim. O ICMBio acrescenta que seu Estudo de Impacto Ambiental apresenta três outras alternativas de localização do empreendimento, todas em Santa Catarina, e que a escolhida pelo empreendedor é, sem dúvida, a mais impactante do ponto de vista ambiental.
Cada vez mais Florianópolis se consolida no circuito de shows internacionais. Os empresários da área dizem que embora o público não seja muito numeroso, a compensação é que ele tem alto poder aquisitivo. No último final de semana foi o rapper norte-americano 50 Cents. Eagle Eye Cherry e Beyoncé já vieram e Lauryn Hill e The Cranberries estão a caminho. Também no ramo da música eletrônica que a Ilha de Santa Catarina desponta como referência mundial. Casas noturnas como a Pacha Floripa e a boate Music Park vêm recebendo cada vez mais conhecidos DJs internacionais.
Noticia rara essa que veio ao blog de Blumenau, hoje, mesmo porque não se vê prefeitura nenhuma fazendo isso. Lá, a Secretaria Municipal de Saúde está fazendo mensalmente 250 cirurgias de catarata. Até o final do ano passado eram apenas 40. A fila de espera, que era de 2 anos, agora é de seis meses.
A região onde fica São Joaquim e Lages tem dezenas de refúgios em encostas de barrancos (chamados paleotocas) de até 45 metros de extensão, por 1,5 de largura e 1 de altura, cavados por supertatus que neles se escondiam, há 400 mil anos, para fugir de seu principal predador brasileiro, o Smilodon Populator ou dente-de-sabre. A estatística foi apresentada no Simpósio Brasileiro de Paleontologia de Vertebrados, realizado semana passada no Rio de Janeiro.
Curioso levantamento feito pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) revelou que foram necessários 57 telefonemas para obter todos os dados sobre procedimentos necessários à abertura de empresa em Santa Catarina. Bem mais burocrático e complicado que os vizinhos Rio Grande do Sul, onde os pesquisadores precisaram fazer 19 telefonemas, e Paraná, 20. Na liderança ficou São Paulo (120 telefonemas). O campeão da facilidade foi a Paraíba, com 12 telefonemas. O principal entrave está nas juntas comerciais, no caso de Santa Catarina a Jucesc.