Aves de rapina
As 12 mil agroindústrias familiares catarinenses – todas pequenas e muitas na zona rural – estão passando por situação critica. Além de não haver uma legislação especifica no Estado (outros 17 a tem), há uma absurda carga tributária e um exército de interessados em tirar-lhe o escasso lucro, quando existe. Para vender uma abobrinha elas tem que se submeter à fiscalização, e suas absurdas taxas, de vários conselhos de regulamentação profissional, como de Medicina Veterinária e Química (os dois fazendo quase sempre a mesma coisa) e Engenharia, sem contar as do Inmetro e Cidasc. Esta última cobra absurdos R$ 1.300 para permitir o funcionamento de pequenas empresas, antes mesmo de abrir. E aí vem estes mesmos governos gananciosos com o blábláblá de que é preciso manter o homem no campo.