Assim ficou
18, julho, 2014
Diz a Constituição que na eleição, pela Assembleia Legislativa, de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, há necessidade de maioria absoluta dos seus integrantes, ou seja, 21 dos 40 deputados. Na eleição do conselheiro Luiz Herbst, em 2000, foram 20, ou maioria simples. Faltou um, portanto. E assim ficou e Herbst chegou até a ser presidente da instituição. Na época, o então presidente nacional do PFL (hoje DEM), senador Jorge Bornhausen, anunciou que seu partido iria contestar a escolha na Justiça. Estranhamente, não foi adiante.
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