Dois pais
2, agosto, 2014
O TJ-SC julgou esta semana pitoresca ação em que um casal homoafetivo em união estável desde 2011 obteve autorização para registrar o filho apenas com os nomes deles. A criança foi resultado de inseminação artificial, e a irmã de um dos companheiros cedeu o útero e o óvulo para a gestação. Ela abriu mão do poder familiar para atender ao pedido do irmão.
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