Diploma

9, junho, 2010

O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o catarinense Sergio Murillo de Andrade, afirmou esta tarde que, um ano após o fim da exigência do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão, não houve a democratização dos meios de comunicação. Segundo ele, o diploma nunca impediu a liberdade de expressão. “O que mudou neste ano? Por que os veículos de comunicação não estão mais abertos a sociedade?”, questionou o presidente da entidade. Sérgio participou de audiência pública da comissão especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 386/09, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que restabelece a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão. A concentração do mercado, segundo ele, reduz cada vez mais o número de sujeitos que se expressam na mídia.

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