Brasil que perde 2
25, fevereiro, 2025
O “Estadão” pontua: “Um ministro que dá mostras de estar cada vez mais determinado a arruinar o que ainda resta de reputação institucional ao Supremo, que em nada contribui, muito ao contrário, para o resgate da aura de imparcialidade que há de orientar a Corte durante o julgamento mais importante do País sob a égide da Constituição de 1988 – a mesma que teria sido rasgada se o golpe urdido nos estertores do governo Bolsonaro tivesse prosperado”.
Categorias:Sem categoria
Botam nomeados políticos e desqualificados para cargos cujas decisões são de vital importância para o Brasil. Quais as chances disso dar errado? A sociedade brasileira deveria iniciar um movimento para que tais cargos sejam ocupados por magistrados de carreira, no topo de suas carreiras no Judiciário.