Discriminação
12, novembro, 2011
A pedido do senador Paulo Bauer (PSDB-SC), estudantes de Serviço Social formados por cursos a distância denunciaram esta semana, em audiência pública, que para realizarem estágios e disputarem empregos no serviço público, estão sofrendo preconceito do seu conselho de classe. Uma cartilha da entidade compara o ensino a distância a um restaurante “fast food”. O Ministério da Educação prometeu verificar.
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Como se todos os (ou a maioria dos) cursos presenciais fossem o que existe de melhor. Aí estão os cursos de Direito que aprovam 12% dos que se formam. E são cursos presenciais. Não é a obrigatoriedade da presença ou a possibilidade de estudo a distância que faz um bom profissional, e sim o seu empenho, sua dedicação, seu esforço, enfim, seu caráter!