Agência política
18, outubro, 2025
É desalentado ver a frenética corrida para a vaga “suprema” deixada com a renúncia de Luís Roberto Barroso. A imagem que se tem é que o STF se transformou numa escandalosa agência política, onde notório saber e reputação ilibada não contam mais nada. Virtudes que não tem os nomes postos à vaga. Mas o que também entristece é constatar o silêncio ensurdecedor da OAB e das entidades de magistrados e do meio jurídico.
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