Condutas “supremas”
6, janeiro, 2026
O código de conduta para os ministros “supremos” – hoje certamente a categoria mais odiada do país – é absolutamente necessário e motivos não faltam, mas é um verdadeiro escárnio ter de existir. É como naquela família em que os filhos são arteiros e os pais precisam escrever as regras de como eles precisam se comportar nas atividades diárias. A ética existe sem a necessidade de regras. Portanto, esse código é intrínseco a qualquer profissional que se preze.
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