Foi contra

Documento obtido pela “Folha de S. Paulo” diz que ao sancionar a lei estadual que proíbe as cotas raciais nas universidades públicas do Estado (Udesc e Acafe), o governador Jorginho Mello ignorou totalmente parecer contrário da Secretaria de Estado da Educação. O parecer foi enviado dia 12 deste mês à Secretaria da Casa Civil. A lei foi sancionada dia 22. A Diretoria de Ensino da SED argumentou pela
inconstitucionalidade e expôs o que chamou de perigos da medida “num Estado marcado por profundas assimetrias raciais”.

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  1. Rudi
    27, janeiro, 2026 em 10:36 | #1

    Se nessa secretaria se fala em “raças”, talvez fosse o caso de modificar é a sua estrutura de comando. Por que não falar em condições de acesso, que englobaria a todos. A quem interessa criar cismas em nossa sociedade? Se há algo que caracteriza a sociedade catarinense é a integração de todas as suas diferentes etnias. Aqui não se fala de diferença de raças, mas da integração e da contribuição de cada uma. Se querem ajudar um segmento, que a delimitação seja a econômica e não o do biotipo.

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