Mulher “suprema”
Com o desqualificado advogado-geral da União, Jorge Messias, rejeitado para ser ministro “supremo”, fala-se agora na possibilidade de indicação de uma mulher, e negra. Mas o que dizer da única ministra “suprema”, Carmen Lúcia, que, sem pestanejar, cegamente condenou a manicure Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do batom”, a absurdos 14 anos de prisão por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023? Seu “crime” foi escrever pichar a frase “Perdeu, mané” na estátua “A Justiça”, que fica em frente ao edifício da Corte. O que desencanta muitas mulheres é que a ministra “suprema” não admite rever seu voto, expresso com crueldade.
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Quem entende da composição de júris, afirma que as chances de uma mulher ser condenada são muito maiores quando elas são julgadas por mulheres.