Proteção às vítimas
Não há, hoje, em SC, nenhum levantamento consolidado sobre quantos filhos ficaram órfãos após feminicídios no Estado. O MP-SC e a Polícia Cientifica estão se entendendo para que, juntos, se faça a devida identificação e, em seguida, se viabilize o acesso deles à rede de proteção. O que se sabe é que 45,9% das mulheres vítimas de feminicídio em 2025 tinham filhos em comum com o agressor, mas sem detalhamento sobre quantos são ou em que situação se encontram.
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