Equidade de gênero (1)
A UFSC está decidida a tirar a equidade de gênero do papel e aplicar tal política na prática. De agora em diante, sempre que possível, os órgãos da universidade deverão assegurar a presença mínima de 50% de mulheres e pessoas de gênero dissidente nos espaços de poder e tomada de decisão, o que inclui cargos de chefia e funções gratificadas de livre indicação, bem como em comissões, grupos de trabalho e mesas de eventos institucionais.
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