Educação climática
Os prejuízos de enchentes ou queimadas costumam ser calculados em casas destruídas, estradas interditadas e perdas econômicas. Mas os impactos também chegam nas salas de aula. Inéditas pesquisas coordenadas pelo professor Marcos Vinicio Wink Junior, da Universidade do Estado (Udesc), mostram que a exposição de estudantes a eventos extremos pode provocar perdas de aprendizagem equivalentes a mais de um ano letivo, com efeitos mais acentuados nas escolas de menor nível socioeconômico. Os resultados reforçam a necessidade de incorporar a educação às políticas de adaptação climática e gestão de desastres.
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