Praga do trote
Um dos principais problemas que interfere na eficiência do trabalho do Samu em Santa Catarina é o trote. Só para se ter uma idéia, entre janeiro de 2007 e maio de 2008, em média 32% das ligações para o 192 foram trotes. Em algumas centrais, esse percentual chegou a 50%. O número pode ser ainda maior, já que nem todos eram registrados. Uma das determinações do Tribunal de Contas do Estado, feitas numa auditoria, foi para que a Secretaria da Saúde efetuasse o registro de todos os trotes identificados. Recomendou o desenvolvimento de algumas ações, dentre elas estratégias promocionais e de conscientização contínuas sobre o serviço e os trotes, focando públicos-alvos distintos — adultos e crianças —, e o encaminhamento mensal dos números de telefones que efetuam trotes recorrentes, aos órgãos competentes, para adoção de medidas coercitivas. Que o que começa a ser feito no Rio de Janeiro, conforme nota abaixo, sirva de referência.