Defensor ardoroso da educação inclusiva propiciada pela Apae (são 200 em SC) o deputado estadual Vicente Caropreso, que é médico neurologista e voluntário da entidade há décadas, está batendo no decreto federal 12.686, anunciado semana passada, que institui a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva. Prevê que todas as matrículas sejam direcionadas para escolas regulares, o que pode esvaziar e até fechar as escolas especializadas, representadas em todo o país pelas Apaes.
Na prática, a nova norma retira das famílias o direito de escolher o ambiente escolar que melhor atenda às necessidades dos filhos, impondo um modelo único que não contempla aqueles que dependem de uma estrutura pedagógica e terapêutica intensiva para aprender e socializar. Prevê também que o atendimento educacional especializado ocorra exclusivamente no contraturno, desconsiderando o formato das instituições dedicadas integralmente a esse público. Brincadeira.
A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), divulgou ontem um ranking dos maiores terminais portuários do Brasil e o de Itapoá, no norte de SC, manteve o primeiro lugar na região sul e o terceiro nacional em movimentação de contêineres entre janeiro e agosto deste ano. Detalhe: o porto está em atividades há apenas 14 anos.
Um tanto magoada por se ver excluída como pré-candidata ao Senado em 2026, a entrevista que a deputada federal Caroline de Toni (PL) concedeu à rádio Princesa, de Xanxerê, quinta-feira, continua produzindo ecos. Uma frase dela, em especial, vem batendo e rebatendo: “Me elegi deputada sem apoio dos principais caciques políticos de SC – Jorginho Mello, Esperidião Amin e João Rodrigues – então não sou subordinada a ninguém!”.
Uma postagem em rede social, com milhares de curtidas e comentários, vai direta ao ponto. Diz que para o programa Universidade Gratuita, o governo estadual exige que o candidato prove morar em SC há pelo menos cinco anos, enquanto que para o vereador carioca Carlos Bolsonaro o único requisito para ser candidato ao Senado por SC em 2926 “é o sobrenome da família e saber mentir com convicção”. Olha…
Ainda no domingo, a Federação das Indústrias de SC emitiu nota avaliando que o encontro entre Lula e Trump foi “uma evolução e mostra disposição efetiva dos dois países para a negociação sobre as tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros”. A Fiesc tem subsidiado o Ministério e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) com informações estudos sobre os setores afetados pelo tarifaço e participado como uma ativa interlocutora, junto com a CNI, com o setor privado norte-americano e também o Departamento de Comércio. Além disso esteve na missão à Washington organizada pela CNI e tem participado de reuniões com o MDIC em diversas ocasiões.
As tarifas de 50% aplicadas pelos Estados Unidos sobre exportações de produtos brasileiros já afetam significativamente as vendas de SC para o mercado ianque. Dados da balança comercial compilados pelo Observatório Fiesc mostram que em setembro as exportações para lá caíram 55% em relação a igual período do ano anterior, para US$ 78,7 milhões.
A Câmara dos Deputados avalia resgatar a proposta de emenda constitucional da maioridade penal, aprovada em 2015 após intenso debate sobre o projeto de lei 3722/2012, do então deputado federal Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC). Propunha reduzi-la dos atuais
18 anos para 16 ou até menos. Se com 16 anos o menor pode dirigir e votar, por que não assumir responsabilidades por seus atos? E chega de hipocrisia!
Está pronto para deliberação em plenário na Alesc projeto do deputado Volnei Weber (MDB) que institui o Dia Estadual da Cachaça no calendário oficial de eventos de SC, a ser celebrado anualmente em 8 de setembro.