O senador brusquense Hermes Klann (PL-SC) fez sua estreia na tribuna, anteontem, com discurso criticando a medida provisória que trata da tributação sobre produtos importados vendidos em plataformas digitais. Para ele, a proposta cria desequilíbrio competitivo ao reduzir encargos sobre itens estrangeiros, enquanto mantém a carga tributária elevada para empresas nacionais.
Saber que o senador Flávio Bolsonaro pediu uma fortuna para bancar o filme de seu pai ao ex-banqueiro boçal Daniel Vorcaro, expõe o bolsonarismo transformado naquilo que o eleitor decente mais abomina.
Ação que deu certo no passado está ressuscitando na região de Tubarão, onde as principais entidades da sociedade organizada estão se articulando para uma campanha visando fortalecer a representatividade política regional, que atualmente só tem dois deputados estaduais (Pepê Colaço e Volnei Weber) e nenhum federal.
Se o ex-presidente Jair Bolsonaro impôs seus filhos como candidatos ao Congresso Nacional representando SC – Carlos Bolsonaro ao Senado e Renan Bolsonaro à Câmara dos Deputados – no comando do PL no Estado há um certo alívio: os dois, de sua parte, não estão impondo nomes para ter junto a si como dobradinha na disputa, principalmente para a Assembleia Legislativa. Pelo contrário, já há um certo assédio de pretensos candidatos para ter o apoio dos dois. Em São Paulo acontece o contrário. Há uma resistência a acatar indicações ao Senado por parte dos filhos do ex-presidente.
Metade da população adulta das 25 capitais do país e de Brasília está inadimplente, ou seja, está com dívidas que não foram pagas dentro do prazo. O que impressiona é Manaus, onde o percentual dos inadimplentes chega a 84%. Só 16% estão quites. Na outra ponta está Florianópolis, com 43,8%. Quanto a unidades da federação, SC também tem a menor taxa do país, 40,46%.
O Ministério Público de SC concluiu que o cão Orelha não foi vítima de agressão humana e recomendou à Justiça o arquivamento da investigação sobre sua morte. Espera-se que a história agora termine. Não é para que se esqueça dela mas, convenhamos, encheu.
Começa mal seu mandato como presidente do Tribunal Superior Eleitoral o ministro “supremo” Nunes Marques. Depois da posse, anteontem, promoveu uma festa reunindo políticos e artistas, com uísque a rodo e ingresso a R$ 800.
Quem trafega pela BR-101 em SC se impressiona com obras de construção de imensos galpões logísticos em suas margens. Motivo: há uma escassez de estoque no Estado, o que elevou o preço médio deste ativo em SC para R$ 34 por metro quadro ocupado mensal, o que supera a média nacional de R$ 31, apurada no quarto trimestre de 2025. A taxa de vacância no Estado fechou o ano como a menor do país, em 5%, a menor do país, o que puxa rentabilidade e atrai investidores.
A procuradora-geral de Justiça do Ministério Público de SC, Vanessa Wendhausen Cavallazzi, participou do ato de lançamento do programa “Brasil Contra o Crime Organizado”, terça-feira, em Brasília, com a presença do presidente Lula, que anunciou um
investimento de R$ 11 bilhões, sendo R$ 1 bilhão do Orçamento da União e R$ 10 bilhões via empréstimo do BNDES para financiar ações e equipamentos na área de segurança pública de estados e municípios.