O descrédito da atual diplomacia brasileira está levando o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), a fazer consultas ao Fórum de Governadores para definir a formação de uma comitiva que represente todos em Washington e, se possível, que sejam recebidos por Trump para convencê-lo a um adiamento do tarifaço de 50%. Jorginho Mello está mapeado.
Os resultados mais recentes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) expõem mais uma vez o abismo de qualidade entre o ensino básico público e o privado. Das 50 melhores escolas, só três são públicas e todas federais, enquanto as demais são todas privadas. Outro dado que chama a atenção no ranking é o protagonismo da capital cearense, Fortaleza, que tem cinco escolas entre as 10 primeiras, incluindo a primeira colocada, o Farias Brito Colégio de Aplicação. SC só tem uma escola entre as 150 primeiras: o Colégio Energia, de Chapecó, na 147ª posição.
Conseguimos o impossível: Lula e Bolsonaro tendo o poder de prejudicar o Brasil ao mesmo tempo. Parece praga.
Os Bolsonaro acham que podem mandar e desmandar na política catarinense. Saiu ontem a informação de que aliados do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) têm buscado alternativas para mantê-lo no mandato mesmo morando fora do país, após o fim oficial de sua licença, findada domingo. Uma das apostas do grupo -e há conversas em andamento – é emplacá-lo em uma secretaria estadual em governos aliados, como o de Jorginho Mello (PL), em SC, ou o de Tarcísio de Freitas (Republicanos), em São Paulo. O arranjo permitiria ao parlamentar permanecer licenciado com aval da Câmara, mantendo o mandato.
“O Globo” diz que o governador que aceitasse nomeá-lo teria que justificar ao eleitorado o pagamento de um salário de secretário a um político que reside no exterior. No caso de SC, onde Jorginho é um dos nomes mais alinhados ao bolsonarismo, a avaliação é de que o custo político seria menor. Com a proximidade da eleição de 2026, contudo, os cálculos podem mudar.
A oposição bolsonarista tenta uma reação institucional às medidas cautelares contra Jair Bolsonaro. Sua fiel escudeira na Câmara dos Deputados, Caroline De Toni (PL-SC), protocolou um requerimento para convocar uma sessão extraordinária remota. A pauta teria apenas três projetos, entre eles o que concede anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023. Os outros dois alteram a Lei do Impeachment para ministros do Supremo Tribunal Federal e a impõem prazos e critérios para tramitação de pedidos de afastamento no Senado.
O Ministério Público de SC instaurou um procedimento administrativo com o objetivo de verificar a implementação do Protocolo “Não é Não” em ambientes de entretenimento e eventos esportivos no Estado. A iniciativa visa garantir a proteção das mulheres e prevenir situações de constrangimento e violência de gênero em locais como casas noturnas, boates, shows com venda de bebida alcoólica e estádios esportivos.
O Protocolo “Não é Não” representa um marco na qualificação do acolhimento às mulheres em situação de violência, ao estabelecer diretrizes claras para o atendimento respeitoso, ágil e humanizado. Ele orienta profissionais a reconhecerem os sinais da violência, escutar com empatia e garantir respostas céleres e eficazes.
Quem paga dezenas de milhões para viver nos arranha-céus de grife que se multiplicam Brasil, tem que subir e descer em um veículo à altura das cifras, literalmente. Em cidades como Balneário Camboriú, empresas de elevadores estão produzindo modelos exclusivos para o segmento, feitos de forma quase artesanal, como um produto de prateleira. Além de vidros inteligentes e acabamentos especiais de inoxidável dourado, incluem conectividade Bluetooth.