Em 19 mil m2 funcionam oficinas de empresas privadas e órgãos públicos, além de estruturas próprias da unidade, como a marcenaria e a agropecuária. Os internos atuam na fabricação de estofados e camas box, reciclagem de polietileno, produção de cabos de madeira, rebarbação de peças automotivas e confecção de roupas masculinas, além da produção de palitos de dente e fósforos, dentre outras.
O município pode repassar recursos às entidades da sociedade civil para a promoção de eventos culturais e tradicionalistas, desde que as atividades a serem desenvolvidas atendam a algumas condições, como comprovar a finalidade pública do evento, por meio do plano de trabalho, definindo, por exemplo, os objetivos, com enfoque nas necessidades sociais e culturais da comunidade, e o público-alvo da iniciativa. O entendimento é do Tribunal de Contas do Estado.
Sim, SC está perdendo sua fama de outrora como Estado de altos níveis – quase sempre os primeiros do país – em sua educação. Na lista das 150 escolas brasileiras, públicas e privadas, com melhor pontuação no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) de 2024, há apenas uma catarinense: o Colégio Energia, de Chapecó, na 147ª posição.
O governador Jorginho Mello se posicionou acerca do tarifaço de Donald Trump dizendo que o compromisso do seu governo é com SC e que “medidas que impactam nossas exportações exigem respostas construtivas por parte do Brasil”. Sugeriu que “é hora de agir com diplomacia e assertividade”, alertando que “os Estados Unidos são um parceiro comercial importante, e SC tem papel estratégico nessa relação — especialmente nos setores industrial e do agronegócio”.
O governo estadual se prepara para anunciar uma grande ação na segurança escolar: a instalação de mais de 10 mil câmeras e sensores de presença em todas suas 1.038 escolas, além do botão do pânico. O pregão está sendo contratado.
Depois de reportagens enaltecedoras de “O Globo e “Folha de S. Paulo” e um protesto da seccional de SC da Ordem dos Advogados do Brasil, ontem foi a vez do “Estadão” elogiar o Tribunal de Justiça de SC por criar a Vara Estadual de Organizações Criminosas na qual a jurisdição será colegiada e anônima por parte de seus juízes (cinco), que tomarão conjuntamente decisões sobre processos do Estado que versem sobre crimes praticados por integrantes de facções criminosas.
O jornal elogia: “Ao adotar a colegialidade, garantir o anonimato e recorrer à tecnologia contra esse bandidos, a Vara catarinense acelera a promoção da justiça e encurta o caminho na direção da pacificação social. Essa estratégia institucional se mostra necessária e promissora no enfrentamento das facções e, por tudo isso, deveria servir de exemplo a todo o Poder Judiciário brasileiro”.
Em reunião, dias atrás, de uma das mais importantes entidades da sociedade organizada de Florianópolis, que não autorizou sua identificação, pelo menos por enquanto, um assunto fora da pauta, para ser apreciado em outra oportunidade, chamou a atenção: o boicote ou congelamento da UFSC quanto a convites para participara de eventos. Seria uma resposta à monstruosa decisão de retirar o nome do seu fundador e primeiro reitor, João David Ferreira Lima, do campus da Trindade, em Florianópolis. Não será surpresa se outras organizações, de forma explicita ou dissimulada, tomarem a mesma iniciativa. Se já não estão tomando.
Foi ajuizada na subseção judiciária de Florianópolis da Justiça Federal ação civil pública que vai dar o que falar: o advogado Christian Martins questiona atos da direção da OAB-SC na gestão 2010-2012, então presidida pelo atual desembargador Paulo Roberto de Borba. O objetivo da demanda é anular e apurar irregularidades apontadas na prestação de contas da seccional de 2012, na qual auditoria externa realizada em 2013 constatou prejuízo de R$ 7 milhões.