SC registrou um aumento de 4,04% das classes A (renda acima de 20 salários mínimos), B (entre 10 e 20) e C (entre 4 e 10) entre 2022 e 2024. A população nestas faixas de renda passou de 88,03% para 92,07% no Estado, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em termos nacionais, o estudo indica que 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes de maior renda, representando um aumento de 8,44 pontos percentuais no mesmo período.
As antenas deste espaço já flagraram três vezes, em mensagens de leitores postadas nos portais de grandes jornais brasileiros comentando notícias publicadas de ou sobre SC, qualificando o Estado como “Bolsonaristão”.
O sufixo “ão” significa país, lugar de, de qual origem. Assim, “ão” é a nossa tradução para os nomes, como, por exemplo, do de vários países que surgiram do fim da a União das Republicas Socialistas Soviéticas (URRS), como Cazaquistão, Uzebquistão, Turcomenistão, Quirguistão… No caso catarinense, seria lugar do bolsonarismo.
A lei estadual acabando com as cotas raciais, o caso do cão Orelha, Carlos Bolsonaro, o julgamento do senador Jorge Seif e agora a acusação por abuso sexual contra o ministro Marco Buzzi, fora outros, de somenos importância. Assuntos que tem colocado SC na pauta da mídia nacional há quase um mês. Qual será o próximo? A prevalecer o histórico, a farra do boi, se acontecer, tem tudo para ser o eleito.
Nos últimos dias e horas, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), procurou integrantes do Tribunal Superior Eleitoral e influentes personalidades do meio jurídico para defender a preservação do mandato do senador catarinense Jorge Seif (PL-SC). A alegação é que não há provas de abuso de poder econômico para cassá-lo.
Uma nova pesquisa nacional divulgada ontem aponta que Flávio Bolsonaro é rejeitado por 49% dos eleitores, e Lula por 48%. São índices impressionantes e motivo mais que eloquente para a necessidade de uma terceira via, que fuja da estressante polarização atual que, literalmente, encheu, em todos os sentidos.
Entre as especulações de horas recentes acerca da indefinição de quem será quem para o Senado em SC, está a possibilidade de o senador Esperidião Amin (PP) ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Assim, Carlos Bolsonaro e Caroline de Toni ocupariam as duas vagas da direta, sem diatribes.
O Serviço Nacional da Indústria (Senai-SC) registrou, em 2025, 134,2 mil matriculados em cursos profissionais e 21,3 mil em cursos técnicos. O volume de matrículas é superior à população de 285 dos 295 municípios de SC. Cursos, diga-se de passagem, de excelente qualidade.
Com os números de casos na área parecendo uma epidemia (52 no ano passado) o governo de SC finalmente acaba de aderir ao Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios. A iniciativa reúne os três Poderes da República no combate à violência contra as mulheres. A confirmação ocorreu após representantes do Executivo catarinense participarem, na semana passada, de agenda no Ministério das Mulheres, em Brasília. SC tem seu plano estadual, lançado em agosto do ano passado. Desde então foram criadas 26 novas delegacias especializadas.