SC registrou 31.675 falhas na assistência à saúde em 2025, ante 480 mil em todo país, diz levantamento da Organização Nacional de Acreditação (ONA), com base em dados fornecidos pela Anvisa, atualizados dia 7 de janeiro. Do total, 202.157 eventos foram identificados por profissionais de saúde. Já os próprios pacientes notificaram 19.814 ocorrências; familiares, 2.988; outros pacientes, 1.429; cuidadores, 432, entre outros públicos.
Continuam os ataques aos catarinenses na mídia nacional. Marco Antônio M. de Oliveira teve mensagem publicada na “Folha de S. Paulo” de ontem, comentando que “já começaram os preparativos para engavetar o caso do cão Orelha”. Depois de outras considerações finaliza: “Aliás, não custa lembrar, fascismo se escreve com ´sc´ de Santa Catarina”.
Ana Cristina Rosa assinou artigo no mesmo jornal na edição de segunda-feira, sob o título “Nome de santa, atitude de racista”, referindo à proibição de cotas por lei estadual e o caso do cão Orelha, dizendo, no terceiro parágrafo que “parece incrível, mas alguém precisa lembrar aos políticos (e a muitos dos habitantes) de SC que o Estado integra uma federação composta majoritariamente por pessoas autodeclaradas pretas e pardas (56%, pelo IBGE)”.
Onde foi buscar isso? O mesmo IIBGE diz que em SC os brancos são 81,5% dos habitantes e que pessoas pretas e pardas representavam 18,1% (dados do IBGE de 2021). Um detalhe a considerar: o Censo de 2022 mostra que nos últimos 12 anos houve alta de 88,6% entre pardos e de 68,6% entre pretos no Estado. São 813 mil pessoas a mais, aumento total de 84,78%.
Depois que sancionou a lei proibindo cotas raciais nas universidades públicas de SC e financiadas com recursos públicos, Jorginho Mello passou a ser “pesquisado” sobre o tema. No portal do Tribunal Superior Eleitoral consta que o governador declarou-se pardo nas
nas eleições de 2018, quando concorreu ao Senado e branco em 2022, mesma cor que declarou em 2014.
Deu entrada na Justiça de Balneário Camboriú ação por danos morais do ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi, contra o vereador Jair Renan Bolsonaro. Em junho do ano passado o “04” postou em sua conta o X, antigo Twitter, comentário sobre o arquivamento, pela Procuradoria-Geral da República, de investigação que envolvia Lupi e ex-integrantes da Previdência na fraude bilionária do INSS. A investigação foi arquivada.
Com uma frequência impressionante, surgem a toda hora novidades acerca do mercado imobiliário do litoral catarinense. Uma das mais recentes é sobre apartamentos de até 45 m² que passaram a liderar os lançamentos de alto padrão em Itajaí. O arranha-céu Raro, com 50 andares, na Praia Brava, além de academia de 300 m², coworking com salas privativas e estúdio de podcast, restaurante de alto padrão aberto ao público, um spa suspenso com vista para o oceano e um heliponto, terá também o primeiro estacionamento para eVTOLs (carros voadores) da região.
O prefeito de Chapecó e pré-candidato ao governo estadual, João Rodrigues, lembra que o principal inimigo do prefeito Adriano Silva, de Joinville, foi o PL, incluindo Jorginho Mello, na companha contra ele em 2024. Um ex-inimigo que agora é seu pré-candidato a vice-governador. A política é mesmo a arte de engolir sapos.
Prática comum no Primeiro Mundo pode chegar ao Brasil com projeto de lei do deputado federal Cabalchini (MDB-SC), já aprovado na Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados: institui o sistema de cashback (crédito financeiro) para consumidores que realizarem a destinação correta de resíduos recicláveis, com descontos nas faturas de energia elétrica e água.