Relatório das internacionais Agência Bori e Overton, que trabalham com ciência e políticas públicas, contém uma lista dos 107 pesquisadores brasileiros que mais influenciam decisões no mundo. O levantamento considerou menções em documentos estratégicos, relatórios técnicos e pareceres usados por governos, organismos internacionais e organizações da sociedade civil. Na lista há um único catarinense. É Alexander Christian Vibrans, da Universidade Regional de Blumenau, na 91ª posição.
Graduado em Ciências Florestais pela universidade de Göttingen (Alemanha), é mestre em Engenharia Ambiental e doutor em Geografia. Atualmente é professor da Furb nas áreas de Dendrologia e Manejo Florestal. Também é pesquisador da área de Inventário Florestal, Ecologia Florestal e Sensoriamento Remoto e coordena o Inventário Florístico Florestal de SC desde 2006.
O senador Jorge Seif (PL-SC) foi relator de projeto, aprovado na Comissão de Desenvolvimento Regional do Senado, propondo que municípios com menos de 50 mil habitantes não sofram sanções por não elaborarem seu plano de mobilidade urbana dentro do prazo previsto na legislação, que terminou em abril deste ano. Por isso muitos municípios estão impedidos de receber recursos federais para transporte.
Começou a tramitar na Câmara dos Deputados projeto de lei do catarinense Pedro Uczai (PT) que estabelece uma série de direitos para pais e responsáveis por crianças e jovens com transtornos do neurodesenvolvimento (dislexia, espectro autista, déficit de atenção e hiperatividade) na educação básica. Prevê flexibilidade de horário e abono de ponto, sem desconto no salário, para acompanhamento médico e terapêutico dos filhos.
O que incialmente se poderia dizer que era uma aceitação com reservas, agora caminha para hostilidade aberta a imposição do vereador carioca Carlos Bolsonaro como pré-candidato ao Senado por SC em 2026. O prefeito de Pouso Redondo, no Alto Vale do Itajaí, Rafael Tambozi, virou notícia nacional no último final de semana, ao se manifestar, irritado, com a indefinição na composição da chapa bolsonarista ao Senado. Afirmou que se Carlos quer ser candidato, tudo bem. Mas o seu apoio é para Caroline de Toni e Esperidião Amin. Arrematou: “E se acham que a gente é gado, deixa que na urna a gente resolve, e vamos ver quem leva o coice”.
A pouco menos de um ano da eleição, a presença ou não do carioca Carlos Bolsonaro na chapa catarinense ao Senado pelo PL gera muita polêmica. Mas os políticos e líderes partidários vivem proclamando que as decisões de candidaturas sempre procuram refletir o “sentimento da base”. Muito fácil decidir essa parada então: basta uma consulta partidária prévia em forma de pesquisa, com o voto dos filiados e a questão se resolve. A dúvida, no caso, é o peso do caciquismo na decisão final.
Na eleição anterior ao Senado, em 2022, o carioca Jorge Seif se aproveitou da onda bolsonarista e se elegeu na única vaga de SC. A efetivação de Ivete da Silveira ocorreu por ela ser suplente diante da vitória do então senador Jorginho Mello, que se elegeu governador e ainda teria mais quatro anos. Daí que foram duas mudanças na trinca de senadores de SC. Esperidião Amin permaneceu e terá seu mandato finalizado em 2026. E agora serão duas vagas, o que aguça o apetite das siglas partidárias.
Cheia de bom senso, a prefeitura de Governador Celso Ramos, na Grande Florianópolis, anunciou novas regras que expressam a proibição de animais domésticos, instalação de barracas e até a utilização de churrasqueiras nas praias, sob pena de multa. As dúvidas de sempre para medidas do gênero: se a municipalidade terá capacidade operacional para fiscalizar todas as praias e principalmente, se os usuários irão respeitar. A praxe indica que a resposta para as duas situações é não.
Com milhares de visualizações, um vídeo nas redes sociais gravado quarta-feira da semana passada, chamou a atenção: um Airbus da Latam, fazendo o voo 3142, vindo de Congonhas, pousou às 16h26 no Aeroporto Internacional de Navegantes em um ângulo pouco habitual, de lado, no que se chama “pouso caranguejo”. O gerente do terminal aéreo, Wilson Rocha, explica: quando o vento sopra com força e em direção diferente da proa (nariz) da aeronave, o piloto a ajusta de modo que avance “de lado” em relação à pista, como um caranguejo, movimento permite compensar a força do vento cruzado e alinhe suavemente no momento do toque no solo.