Nos últimos dias e horas, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), procurou integrantes do Tribunal Superior Eleitoral e influentes personalidades do meio jurídico para defender a preservação do mandato do senador catarinense Jorge Seif (PL-SC). A alegação é que não há provas de abuso de poder econômico para cassá-lo.
Uma nova pesquisa nacional divulgada ontem aponta que Flávio Bolsonaro é rejeitado por 49% dos eleitores, e Lula por 48%. São índices impressionantes e motivo mais que eloquente para a necessidade de uma terceira via, que fuja da estressante polarização atual que, literalmente, encheu, em todos os sentidos.
Entre as especulações de horas recentes acerca da indefinição de quem será quem para o Senado em SC, está a possibilidade de o senador Esperidião Amin (PP) ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Assim, Carlos Bolsonaro e Caroline de Toni ocupariam as duas vagas da direta, sem diatribes.
O Serviço Nacional da Indústria (Senai-SC) registrou, em 2025, 134,2 mil matriculados em cursos profissionais e 21,3 mil em cursos técnicos. O volume de matrículas é superior à população de 285 dos 295 municípios de SC. Cursos, diga-se de passagem, de excelente qualidade.
Com os números de casos na área parecendo uma epidemia (52 no ano passado) o governo de SC finalmente acaba de aderir ao Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios. A iniciativa reúne os três Poderes da República no combate à violência contra as mulheres. A confirmação ocorreu após representantes do Executivo catarinense participarem, na semana passada, de agenda no Ministério das Mulheres, em Brasília. SC tem seu plano estadual, lançado em agosto do ano passado. Desde então foram criadas 26 novas delegacias especializadas.
Lê-se na mídia nacional acusações de racismo por parte do governador Jorginho Mello por sancionar a polêmica lei que proíbe cotas raciais nas universidades públicas que recebem recursos do Estado (Udesc e vinculadas à Acafe). Resposta contrária pode ser encontrada na lei estadual 19.691, sancionada há dias, que institui o Programa do Cartão Vermelho para o Racismo, com objetivo de combater e coibir manifestações de racismo em partidas de futebol em território catarinense.
Na constatação de ato racista explícito, durante uma partida de futebol, entre os atletas, o árbitro responsável deverá mostrar o cartão vermelho ao autor da manifestação racista, que será imediatamente expulso do campo de jogo, devendo constar em súmula. Serão igualmente punidos os autores de ato racista membros de comissão técnica, da equipe de arbitragem e dos clubes durante as competições estaduais.
Na entrega, pelo governador Jorginho Mello, anteontem, da Licença Ambiental de Instalação (LAI) que autoriza o início das obras de implantação do Parque Urbano e Marina Beira-Mar, em Florianópolis, com investimentos estimados em R$ 350 milhões, algumas autoridades presentes lembraram da novela, de anos, de dezenas de idas e vindas, que antecedeu o ato. Com capítulos hilariantes produzidos pelo histérico ambientalismo-caviar, todo chapa branca, com embargos seguidos devido a riscos no “habitat” dos baiacus e a “extinção” de uma “floresta urbana” que havia no local.
Mais uma sandice criativa do Supremo Tribunal Federal: decidiu pelo aumento de penas para crimes contra a honra (injúria, difamação e calúnia) praticados contra funcionários e autoridades públicas. Um ginasiano qualquer conclui que a norma criou uma distinção jurídica que bate de frente com o princípio republicano da igualdade perante a lei. Agora a função pública, infensa às críticas, virou um privilégio penal. Inacreditável!